Conto: As Marcas do Holocausto

Eu gostava do cheiro da flor de laranjeira. Queria que as pessoas sentissem isso quando estivessem perto de mim. Ou tivessem uma recordação de como eu costumava ser a partir desse aroma. Uma forma de ser eternizada, lembrada. Uma forma de não deixar o que passou cair no esquecimento. Eu me lembro do exato dia…

Conto: A Casa Verde (ou a brutalidade de um sonho indesejado e interrompido)

Eu despertava com seus olhos felinos, verdes e brilhantes quando essa mesma cor invadiu meus sonhos pela primeira vez. Era só um dos muitos sonhos repetitivos que me acometiam no sono profundo e que incluíam tua presença. Não uma presença agressiva e permeada por brincadeiras repetitivas que já não surtiam mais risos. Mas uma presença…